No dia 8 de setembro, quarta-feira, a cidade de Christchurch, na Nova Zelândia, amanheceu sob forte abalo sísmico secundário, de magnitude 5,1, às 7h49.
É o pior acontecimento desde o forte abalo de 7,2 graus que atingiu a região no final da sexta-feira, pelo horário de Brasília. Desde o final de semana, já foram 100 fenômenos semelhantes na região de Canterbury.
As autoridades locais relatam quedas de energia, com alarmes disparando após o conserto do problema. A cidade de Christchurch está em estado de emergência, condição que será mantida pelo governo local até que os abalos terminem.
Pessoas tiveram de deixar estabelecimentos como casas, hotéis e prédios comerciais. Há registro de rachaduras em túneis e é possível que rotas de acesso à cidade estejam comprometidas.
No dia 7 de setebro, o governo local já havia anunciado a manutenção do estado de emergência, após duas pessoas ficarem feridas na segunda maior cidade da Nova Zelândia. O terremoto com magnitude 7,2 deixou 100 mil casas afetadas.
Com 340 mil habitantes, Christchurch terá de arcar com o conserto da infraestrutura, cifra que pode chegar a US$ 1,44 bilhão. O prefeito da cidade, Bob Parker, pediu calma à população após mais uma série de abalos (confira no mapa ao lado a localização do epicentro do tremor).
A população local foi orientada a escutar programas de rádio para receber as últimas informações sobre a situação da cidade. A Defesa Civil alertou para a possibilidade de novos abalos secundários nos próximos dias.