O povo Karitiana aguarda a inauguração do novo prédio da escola. A construção faz parte de medidas compensatórias pela obra da hidrelétrica de Santo Antônio. Sem o funcionamento da unidade de ensino, os indígenas também enfrentam a falta de acesso à internet e telefonia celular, em Porto Velho.
A unidade de ensino está pronta há mais de 30 dias. Mas, não tem previsão de entrega, conforme a diretora da Secretaria Municipal de Educação (Semed), àngela Maria Aguiar. Segundo o cacique, Gumercindo Karitiana, sem a nova escola não é possível à inserção digital.
A internet e a telefonia celular dependem, conforme o cacique, dessa estrutura. Os computadores doados pelo Tribunal de Justiça (TJ) estão armazenados em uma sala a espera da entrega da obra para serem utilizados. O equipamento do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) apenas será instalado após a inauguração do estabelecimento.