Segundo o vice-presidente institucional do FeTur, Jaime Okamura, Mato Grosso já está atrasado na venda das atrações turísticas no exterior. "Pecisamos começar a divulgar o estado para que as pessoas saibam para onde estão vindo e o que irão encontrar" – disse. Okamura frisou que o grande temor do Trade é o pós-Copa, pois um trabalho de promoção, divulgação e comercialização do produto turístico leva em média de 2 a 3 anos para começar a render frutos, tempo que os órgão responsáveis pela infra estrutura logística levam para planejar e executar suas ações.
Outra preocupação do segmento do turismo de Mato Grosso é quanto as obras do Aeroporto Marechal Rondon. “Temos uma chance real de sediarmos também a Copa das Confederações, em 2013, pelo fato das obras do Estádio Verdão estarem adiantadas em relação às arenas das outras sedes. Mas o aeroporto, do jeito que está, não tem estrutura para receber nem a Copa das Confederações” – ponderou o presidente do FeTur, Oiran Gutierrez. Gutierrez frisou que a infra-estrutura turística já existe e que os empresários do segmento já estão investindo ainda mais para receber a Copa do Mundo. "Nós temos transportes, operadoras, agências, hotéis, bares, restaurantes, centro de convenções, parques etc e uma série de outros serviços prontos para os turistas.
"O que precisamos neste momento é melhorar os acessos a estes serviços, como uma melhor estrutura de saúde, segurança, comunicação, aeroporto, enfim, a infra-estrutura logística para que nossos turistas sejam recebidos com conforto e sem transtornos" - acentuou O dirigente do FeTur observou ainda que caso não seja possível terminar tudo até 2014 o importante é que as obras continuem até ficarem prontas, ao invés de serem abandonadas após a Copa. "A África, mesmo depois da Copa continua com as obras que não conseguiram terminar" - explicou. Mato Grosso precisa correr e se adequar rapidamente às demandas da Copa para conseguir mostrar tudo o que a cidade pode oferecer.